Gênero na escola? Como assim?

O assunto já gerou bastante polêmica, dos centros políticos às redes sociais. Então, nós da CooPsi, resolvemos olhar o assunto, fazer nossos apontamentos e desmistificar um pouco a questão. Mas antes de adentrar a fundo na questão, é preciso fazer uma diferenciação.

O que é opinião, ideologia e fato científico? Sem querermos nos estender ou dar uma definição acabada desses termos, podemos dizer que opinião é a percepção e o significado que as pessoas dão à realidade que as cerca. Normalmente é manifesta de forma aberta, explícita. Ideologia, por sua vez, pode ser compreendida como o conjunto de pressupostos, normalmente implícitos, que norteiam a vida das pessoas. Esses pressupostos envolvem grandes conjuntos de crenças pessoais, tais como religiosos, políticos, econômicos, sociais, etc. Por fim, fatos científicos são descrições da realidade a partir de paradigmas que são amplamente aceitos pela comunidade científica. Eles derivam de um grande conjunto de observações concordantes que estabelecem que uma dada descrição é verdadeira, condizente com o esperado por uma teoria científica, após vários testes que a comprovam usando algum método científico.

Feita essa diferenciação, o que iremos falar sobre a questão do gênero se baseará em dados científicos, afinal a CooPsi é formada por psicólogos, profissionais e estudiosos. E não poderíamos aqui apenas apresentar ‘achismos’, opiniões ou ideias vazias.

Falar sobre gênero vai além da sexualidade, da homossexualidade, da transexualidade e da heterossexualidade. Também nos faz falar sobre papeis sociais, sobre ser mulher, ser homem, feminismo, machismo e o uso de estereótipos. É muito mais do que falar sobre sexo.

Em um curso direcionado a psicólogos, a professora Valeska Zanello (da Universidade de Brasília) indica os processos históricos que nos fazem pensar sobre isso. Uma das coisas é que o que é considerado próprio a mulheres e a homens foi mudando ao longo do tempo, especialmente a partir da revolução industrial. A maternagem, por exemplo, não era exercida diretamente pela mãe nos primeiros anos de vida de uma criança, mas por uma ama de leite. Ela passa a ser papel da mãe biológica quando as mulheres começam a ter alguns direitos garantidos por serem mães (que antes não tinham). Mais recentemente, muito como fruto de movimentos feministas, com a inserção da mulher no mercado de trabalho formal, os papéis de gênero estão sofrendo mudanças, com uma diminuição no “gosto” feminino pela maternagem e um aumento lento e ainda repleto de desigualdades, mas ainda assim um aumento, da presença masculina no cuidado dos filhos e nas tarefas domésticas.

Outro exemplo é que, nos idos da idade média, rosa era uma cor masculina, e azul uma cor feminina. Hoje não há menina que não ganhe um vestido cor-de-rosa ou menino que não ganhe um sapatinho azul. Em uma pesquisa recente os autores concluíram que o gosto por essas cores em crianças não vem do nascimento como menino ou menina, mas sim da aprendizagem  – meninos são mais elogiados quando vestem azul e podem ser criticados ao usar rosa, e vice-versa. Assim, o que é de homem e o que é de mulher são atribuições de processos culturais e sujeitos a mudanças – ainda bem!

Ou seja, ser mulher e ser homem, em muito se relaciona em como a sociedade e cultura vê como devem ser exercidos tais papeis. E conforme muda a sociedade os papeis mudam também. Inclusive existem povos mais distantes da nossa cultura que apresentam papeis sociais bem diferentes dos nossos para homens e mulheres, havendo inclusive, alguns povos que não fazem distinção nenhuma entre as pessoas por causa das características físicas, quanto ao que as pessoas devam fazer ou como se portarem.

Lembra do ENEM e a citação de Simone de Beauvoir, “Não se nasce mulher, torna-se mulher”? O trecho representava justamente esse processo cultural que define como homens e mulheres se portarão às diferentes situações da vida, para além das diferenças e características biológicas de machos e fêmeas humanos. Para quem quiser ver um pouco a contribuição da biologia nesse debate, recomendamos o vídeo do Pirula sobre o tema:

Quando consideramos outras influências, para além do biológico na sociedade em que vivemos, esses papéis associados a gênero existem, são bastante demarcados e presentes. Porém eles estão novamente sendo revistos, mudando com o tempo, e às vezes, isso nos deixa bastante confusos sobre eles. Um exemplo humorístico dessa possível confusão é o vídeo “Casal Normal”do grupo Porta dos Fundos:

Apesar do vídeo ser uma peça de humor, apenas com o propósito de nos fazer rir, ele acaba por exibir bem a confusão que alguns fazem quanto a essas questões ligadas a gênero. E para tal confusão existe um motivo: estamos acostumados a colocar junto, num único pacote, vários fatores diferentes e que não estão naturalmente interligados entre si sobre o que é ser homem ou mulher.

Esperamos que a mulher tenha um corpo de curvas acentuadas, seja delicada, goste de rosa, maquiagem e roupas, tenha bom gosto estético, saiba cozinhar e se comportar com classe e educação. Tenha uma letra bonita, adore usar vestidos e acessórios e tenha como pretensão profissional ser professora, ou enfermeira, ou apenas mesmo dona de casa. E que goste de homens.

Esperamos que o homem seja forte e viril, não chore, seja incisivo e um pouco agressivo e grosso, goste de azul e não se importe muito com a roupa que use. Adore esportes e carros. Não precisa ter letra bonita, mas deve ser bom em cálculo. E ele deve ser um médico, ou engenheiro ou grande empresário. E claro, que goste de mulher.

Mas, veja que ali existem muitas coisas que não fazem sentido estarem juntas e não estão naturalmente interligadas. Onde o ter um tipo ou outro de genitália tem relação com o gostar de uma cor, ou ter uma habilidade? Onde apresentar um comportamento mais calmo ou agressivo tem relação com o gostar de homens ou de mulheres? Pois é, não tem relação alguma.

Quando falamos de gênero precisamos entender que algumas coisas andam separadas.  Uma coisa é o que você sente e pensa sobre si, como você reconhece ser perante esses papeis estereotipados de gênero masculino e femininoOutra coisa é o seu corpo, ou seja, a genitália com que nasceu e que possui, sua carga genética e seus hormônios.Outra coisa, ainda, é seu interesse afetivo e sexual.E ainda há o que você expressa, ou seja, o que as pessoas vêem você demonstrar desse conjunto.

O que nos leva a entender que gênero não é algo binário, feminino ou masculino. Mas sim algo cheio de graduações onde pessoas se encaixam em diferentes pontos e gerando variadas combinações. O mundo não é apenas preto e branco.

Para entender melhor, temos o diagrama abaixo que ajuda bastante. Imagem feita e adaptada ao português por Caio Alves.

caio_alves_chart2

E também esses vídeos, o primeiro do Canal Psicriando, de nossa membro Gabi Mezzacappa e o segundo do Canal Minutos Psíquicos:

Depois de tudo isso falado, ainda nos vem a pergunta: “E a escola onde fica nisso?”

Quando pensamos em escola, o que vem à cabeça normalmente é educação, professores, aulas, vestibular, passar de ano, ser alguém na vida… De fato a escola possui várias funções, mas é importante destacarmos uma em especial, talvez a realmente primordial dela: Educar as crianças e adolescentes para que eles tenham elementos para contribuir e construir a sociedade em que estarão inseridos. Isso significa que a escola é um importante momento de socialização com pares, momento em que a criança entrará em contato com regras que deverão ser respeitadas (para além das que tem em sua casa), lidará com responsabilidades em graus crescentes, aprenderá e desenvolverá habilidades que serão úteis mais tarde, por exemplo, fazer contas para calcular despesas pessoais, entender um processo político a partir de sua perspectiva histórica, falar e escrever para que outros entendam sua mensagem. Uma boa escola prepara para o mundo, para viver, conviver e atuar nele (e até salvar pessoas, como a menina inglesa que salvou cerca de 100 pessoas de um tsunami na Tailândia – Folha, 2005, link no final do texto).

Ou seja, a escola é muito mais do que disciplinas, provas e notas. E como um espaço de convivência da criança e ambiente de sua formação, as questões de gênero já estão presentes (mesmo que ignoradas por educadores). Cabe à escola lidar com isso de forma a desenvolver a criança no seu potencial, suas habilidades e dar também a esta criança a compreensão de como lidar com o outro que é diferente de si e das pessoas com quem está acostumada.

Afinal na escola vai ter a menina que não gosta de rosa e quer jogar futebol, vai ter o menino que quer brincar de bonecas. E isso não significa que seus papéis sociais de gênero estejam ali definidos junto à sua sexualidade, significa apenas que naquele momento a criança apresenta um interesse por uma determinada cor ou atividade. Mas a forma como a escola, os educadores e as outras crianças se posicionam frente aquilo pode acabar por tolher a criança, gerando uma exclusão daquele círculo social e fazer com que esta deixe de desenvolver uma habilidade. E pode até levara criança a evasão escolar, afinal o ambiente que ela está, a escola, não a acolhe, a rejeita.

Quantas ótimas jogadoras de futebol, como a Marta, nós perdemos por proibir meninas de praticar um esporte saudável em favor de uma ideia estabelecida sobre o papel social da mulher? Ou quantos atores e dançarinos incríveis, como Fred Astaire, deixamos de ter por achar que arte e dança não é algo que cabe ao homem?

Por causa de certos conceitos ligados a gênero e como achamos de que deve ser, deixamos de fazer o mais importante na educação da criança, na função da escola, desenvolver suas habilidades e torná-la cidadã responsável que saiba lidar com as outras pessoas mesmo que estas sejam diferentes.

Apesar de ser um assunto de muita importância, ainda existem muitos buracos no tratamento dessas questões na escola. Várias profissões têm um conselho de classe que estabelece algumas normas éticas para a atuação de seus profissionais. Por exemplo, os psicólogos contam com a orientação e respaldo do Conselho Federal de Psicologia (CFP). É esse órgão que dita os deveres e as regras para que nós façamos um bom trabalho, em conjunto com nossa formação. Porém, não conseguimos localizar um conselho de classe dos professores, que unifique toda a classe e que direcione as ações do professor para, por exemplo, desestimular práticas de preconceito dentro das escolas.

Existe, sim, um Conselho de Pedagogos, mas o documento que rege as normas é vago no que diz respeito a essa questão. Mesmo o código de ética dos psicólogos é um tanto vago: ele menciona que não devemos agir de forma conivente com preconceito ou discriminação de qualquer ordem e possui normas específicas para o atendimento a transexuais e transgêneros, bem como à atuação relacionada à orientação sexual, porém não tem normas específicas para a atuação com relação às questões de gênero que, muitas vezes, estão por trás do sofrimento de muitas pessoas (transexuais, transgêneros ou não). Isso significa que falta algo para unificar a ação dos profissionais da educação em relação a dispositivos, papéis e problemas relacionados a gênero, não como prática pedagógica isolada, mas como conduta profissional.

Existem diretrizes governamentais nesse sentido, mas por não haver um processo fiscalizador como normalmente é feito pelos conselhos de classe, é difícil saber se, e como, as pessoas seguem essas diretrizes. Assim, muitas vezes, a forma de lidar com a questão e se ela vai ser processada, fica a cargo da escola, ou simplesmente da iniciativa do professor. Mas esse professor, esse pedagogo, está pronto para isso: ter que lidar com uma questão delicada e sem apoio ou suporte?

No momento da dificuldade para lidar com questões de gênero, por falta de informação disponível e na busca de experiências mais próximas, nós recorremos a conversas sobre o assunto de maneira informal com amigos e professores conhecidos sobre o assunto.

Para a maioria dos profissionais da educação, durante suas formações para professores, pouco se abordou essas questões, tanto em discussões como em técnicas de manejo no ambiente escolar.

São poucas as escolas que abrem espaço em sua grade para discussões desses temas com os alunos. Algumas inclusive acham que não se deva fazer, e vários preceitos religiosos de coordenadores da escola pesam sobre como e se o assunto será abordado.

Em escolas infantis, o assunto é muitas vezes completamente ignorado, passando a impressão que crianças são seres que não tenham sexo. Acabam por esquecer, ou deixar de lado, que a questão de gênero vai para além da sexualidade e por isso sem perceber, muitas vezes acabam reforçando comportamentos estereotipados, como fazer com que o menino não brinque de boneca e vá juntos dos outros meninos que estão brincando de bola. Ou falar para a menina que está brincando e correndo que ela deveria se arrumar e se portar como uma mocinha de verdade.

Muitas vezes é o professor sozinho, sem espaço e apoio da instituição escolar, e algumas vezes sem o apoio dos colegas de trabalho também, que precisa lidar com a questão e abordar tal tópico conforme a demanda surge. Ou seja, quando alunos trazem essa questão para a sala de aula, ou quando ocorre bullying ou brigas por questões ligadas a gênero e sexualidade dos alunos e o professor precisa mediar a situação. Ou ainda quando algum assunto que estudam no momento abre brecha para a discussão.

Apesar do cenário não parecer favorável, ficamos felizes em encontrar vários relatos de professores e seus colegas quanto à preocupação sobre a questão dos papeis de gênero e na atitude ética deles ao lidar com isso, buscando compreensão, levantando questões e reflexões para os alunos, fortalecendo o senso crítico, assim como a tolerância e a convivência com o diferente.

Mas, por que é tão importante isso para a criança na escola? A reposta é bastante simples. E já a pincelamos algumas vezes no texto. Crianças sofrem por não se compreenderem, não serem compreendidas e aceitas.

A professora Valeska Zanello também aborda em sua aula o sofrimento que está relacionado a essas questões de gênero. De forma geral, as mulheres sofrem violências cotidianamente, umas mais explícitas e diretas que outras. Sofrem por serem mães e por não serem mães, por serem belas ou não serem belas, coisas que são colocadas a elas pelas outras pessoas como definidoras de seu caráter ou sua personalidade. Ao mesmo tempo, os homens sofrem porque precisam cumprir um papel de providência e de eficiência sexual como definidoras de seu caráter ou personalidade – ai de você ser um homem que sonha em casar ou cuja renda não representa a maior parte do rendimento familiar, por exemplo.

Na escola, mais especificamente, não faltam relatos de sofrimento relacionado a gênero, como a Lorelay Fox bem coloca em seu vídeo e como vários de nós passamos nesse que é um dos principais ambientes em que aprendemos a conviver com pessoas diferentes de nós. O nível do sofrimento relacionado a questões de gênero nas escolas é tanto que em publicações oficiais nos é relatada a evasão ou desistência da escola por muitos alunos que não suportam a violência sofrida nesse contexto. Uma cartilha de formação de educadores para questões de gênero produzida pelo MEC traz as seguintes frases: “Esses modelos de comportamento sexual e social podem se tornar verdadeiras prisões ou fontes de agudo sofrimento quando os rapazes e as moças não se encaixam nos estereótipos de gênero (…)”; “(…) forja-se o chamado “pacto do silêncio” que submete, às vezes por longos anos, crianças e jovens, em especial as meninas, a situações de violência física, sexual e psicológica, com pesados danos para a sua saúde e integridade.” E “As manifestações de preconceito e discriminação causam sofrimento e provocam situações de exclusão social, dentro e fora do ambiente escolar”.

Infelizmente ainda existem poucos dados concretos sobre esses sofrimentos e sua gravidade porque as questões de gênero só começaram a ser estudadas pela ciência há relativamente pouco tempo e faltam pesquisas realizadas diretamente com as crianças a esse respeito. Mas conversas rápidas com quaisquer pais, professores ou amigos são capazes de revelar inúmeros exemplos desse sofrimento. Sugerimos que você faça o exercício de lembrar-se de momentos difíceis de sua infância na escola e pensar se esses momentos têm relação com questões de gênero e, da mesma forma, perguntar a dois ou três amigos sobre esse tipo de experiência. Se você não passou por isso, sem dúvida conhece uma ou mais pessoas que já passaram, embora possam ainda não ter falado nada a respeito para ninguém.

Além desses exemplos, temos ainda o sofrimento de gênero na escola entre os professores e funcionários, embora as crianças e adolescentes sejam os mais vulneráveis a essas questões, elas vão além do bullying ou da omissão de professores e funcionários quando acontecem com os alunos, até as relações entre professores e funcionários de diferentes gêneros, o que é explicado pela forma como isso permeia nossa cultura – a escola é uma instituição forjada culturalmente, então os problemas e características da sociedade em que ela se insere sem dúvida serão reproduzidas ali. Mas a escola, por seu caráter essencialmente formativo, tem poder de promover mudanças nessa sociedade a partir da formação de cidadãos com senso crítico e com espírito criativo.

Gostaríamos de agradecer, primeiramente a Lorelay Fox, que com seu vídeo, nos mobilizou para a questão e nos fez estudar um pouco mais para apresentar esse texto aqui.

Agradecemos também a todos os amigos educadores e professores com quem conversamos e consultamos informalmente sobre esse assunto e que também nos deram subsídios para realizar tal texto. Além de agradecer por seu belo trabalho na educação.

E por fim, agradecemos a você que conseguiu ler esse texto enorme. Esperamos ter podido ajudar na questão, trazer conceitos e ideias mais transparentes sobre o assunto.

Caso queiram mais detalhamento sobre algum ponto é só deixar comentários e podemos num outro texto abordar alguns tópicos mais profundamente.

E se vocês têm outras referências que possam ajudar na compreensão deste tema, indiquem nos comentários aqui ou em nossa página no Face, para continuarmos enriquecendo o debate.

Essas foram as referências que usamos para escrever este texto:

Hypescience.

Matéria que comenta o seguinte artigo: “Pretty in pink: The early development of gender-stereotyped colour preferences”.

Folha de São Paulo.

A aula da professora Valeska Zanello é fechada em um sistema só para psicólogos, mas você pode ler muito sobre o que ela faz no blog do grupo de pesquisa que ela coordena.

Sobre a construção social dos papéis de gênero, é possível baixar um bom artigo aqui.

Aqui, um pouco sobre o sofrimento de gênero e sua relação com a evasão escolar.

Isso também está presente na cartilha do MEC que aborda esse assunto.

Sobre a importância de se abordar questões de gênero nas escolas.

Aqui também tem mais sobre gênero na escola.

Este é o documento que traz diretrizes éticas para a atuação do pedagogo e da pedagoga.

Cartilha em pdf com informações sobre identidade de Gênero: Orientações sobre identidade de Gênero: conceito e termosOrientações sobre identidade de Gênero: conceito e termos.

Sobre a desconstrução de gênero: Butler e a desconstrução de gênero.

E estes os produzidos pelo CFP que se relacionam à questão:

Código de Ética Profissional do Psicólogo (Princípios Fundamentais, itens I, II,III; Art. 2º, incisos a, b, c; Art. 19º);

Nota de esclarecimento sobre atendimento a pessoas com sofrimento relacionado à orientação sexual;

Normas para a atuação em orientação sexual;

Sobre a despatologização das transexualidades e travestilidades;

Nota técnica sobre o atendimento psicológico a transexuais.

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