CooPsi na Feira do Trabalhador e nossa escolha pela orientação para o estudo

Olá, pessoal! Como vão vocês?

Estamos hoje retomando as atividades do blog, com uma maior periodicidade a partir de agora, e com o compromisso de tratar sempre de assuntos de interesse para quem estuda, quem supervisiona os estudos e quem está prestes a escolher ou a mudar de carreira.

O dia 01/05 foi um dia de trabalho e de alegria por participarmos, em conjunto com o coletivo Terra-a-Terra de arquitetura e com tantos outros empreendimentos da economia solidária, de uma feira no contexto de um evento comemorativo ao Dia Internacional dos Trabalhadores em São Carlos. Foi ótimo fazer contato com pessoas interessadas em nosso trabalho, agradecemos a todos e todas que visitaram a feira e apoiaram as iniciativas de economia solidária da cidade.

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Os membros de nossa equipe, Rafael, Gabriela e Gustavo estiveram disponíveis para conversar com os visitantes da feira.

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Espaço de divulgação e diálogo da CooPsi e do Terra-a-Terra na feira.

Aproveitando esse recente contexto de diálogo e apresentação de nossa história, princípios e serviços, vamos contar para vocês um pouquinho sobre nossas motivações para trabalhar com o comportamento de estudo, para que vocês possam conhecer  melhor os interesses e objetivos do nosso empreendimento.

Em algum momento na formação de psicólogos de nossos membros, tivemos contato com o comportamento de estudo, não apenas o nosso próprio comportamento como estudantes universitários, mas a complexidade de variáveis envolvidas no ato de estudar, as inúmeras estratégias utilizadas pelas pessoas e, de forma ainda mais ampla, as questões relativas à educação. Alguns de nós tiveram contato direto, durante a graduação, com intervenções relacionadas a comportamentos de estudo, e todos nós nos envolvemos com os aspectos psicológicos da educação. A partir da identificação do interesse comum, os demais membros foram capacitados para intervir em relação a comportamentos de estudo.

Nessa trajetória, entramos em contato com autores e teóricos que nos fizeram pensar a respeito de uma intervenção que atenda as necessidades das pessoas que compõem nosso ambiente, para além de nossa mera inserção no mercado de trabalho. Unimos, então, o interesse comum, com uma necessidade da população identificada, uma vez que constatamos que o sistema de ensino regular (público ou privado), por vezes, não é suficiente para promover hábitos de estudo adequados, o que pode contribuir para o sofrimento e a desmotivação dos estudantes, dos pais e até mesmo dos professores em relação à educação e à aprendizagem. O conceito de aprendizagem tem para nós um sentido próprio do referencial teórico da análise do comportamento: não consiste na “absorção” de conteúdos, mas na alteração de comportamentos, da atuação das pessoas no mundo com base em fundamentos teóricos oferecidos nas denominadas disciplinas em conjunto com a experiência cotidiana de cada um. Aprender, portanto, requer envolvimento de quem aprende tanto quanto de quem ensina, é um processo ativo, e não, como dizem alguns estudantes, de osmose. E aprender pode ser muito prazeroso e gratificante, desde que estejam envolvidas as condições adequadas para que isso aconteça. Ter hábitos de estudo adequados é uma dessas condições.

Assim, considerando que o estudo é um meio para promover aprendizagens importantes para lidarmos melhor com o nosso ambiente (incluindo a sociedade, em ações voltadas para o bem comum), escolhemos tal atividade como escopo do nosso empreendimento. É gratificante observar como o estudo pode passar de um processo doloroso para um processo prazeroso por meio de uma orientação focada nas características e contexto de cada um.

Querem saber mais sobre nossa história, nossas motivações, nossos interesses, e ainda discutir temas como educação, profissões, vestibular, estudos, comportamento de pais e professores? Naveguem pelos nossos posts antigos, e visitem nosso blog periodicamente!

Um grande abraço de toda a equipe da CooPsi!

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5 respostas em “CooPsi na Feira do Trabalhador e nossa escolha pela orientação para o estudo

  1. O conhecimento só é realmente transmitido quando o “receptor” consegue uma boa absorção da informação que lhe foi oferecida. Do contrário, informações e experiência acabam se perdendo no éter. O que será sempre, convenhamos, lamentável.

    • Olá, Mauricio! Obrigado pelo seu comentário, faz parte do intuito de nosso blog constituir um espaço de debate. Com relação à transmissão de conhecimento, em nossa perspectiva teórica-metodológica, fundamentada em autores como Burrhus F. Skinner, Charles Catania e Silvio Paulo Botomé, a concepção é de que é necessário se estabelecer relações apropriadas entre as condições de ensino e aprendizagem, de forma a favorecer a motivação, a aprendizagem e o envolvimento do aprendiz. Assim, em nossa visão, a “aquisição” de conhecimento não é transmitida linearmente, mas resultado de uma relação complexa e multifatorial. Em breve publicaremos um post a respeito do conceito de aprendizagem que utilizamos e das diferenças entre aprender e memorizar. Acompanhe! Será ótimo continuar debatendo! Abraços!

      • Sem dúvida! Daí a importância da proposta da CooPsi. Continuem desenvolvendo esse projeto tão importante!!!

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